Summit discute busca de cidades por trajetos limpos e inteligentes

Como a inovação e a preocupação ambiental afetam desenvolvimento urbano e a forma como as pessoas se deslocam

Clima. Um terço das emissões vem do transporte urbano Foto: Alex Silva/Estadão

Empresas e projetos inovadores dominam as discussões dos mais diversos mercados. Disrupção virou a palavra do momento, definindo serviços e produtos até então impensáveis ou mesmo inviáveis. E o motor dessa mudança responde pelo nome de tecnologia que, colada ao cotidiano das cidades, modifica a maneira como nos deslocamos, trabalhamos, convivemos e experimentamos o espaço urbano. “Alguns autores comparam a alteração de percepção urbana atual com o que as pessoas que viveram no século 19 experimentaram com a chegada da luz elétrica”, afirma Stella Hiroki, doutora em Cidades Inteligentes pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo e criadora da plataforma Smart City Talks.

A principal novidade em relação à virada do século passado é a preocupação ambiental. “Hoje, todo projeto de inovação e tecnologia tem que passar por uma validação de mudança climática”, diz Stella, que foi a única brasileira a palestrar no principal evento de inovação do mundo, o South by Southwest (SXSW), realizado em Austin, nos Estados Unidos.

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